"Eu não estava de Turno nesse dia!"
Não há mesmo nada como umas palavritas em português, num qualquer filme de holly, bolly ou eurowood, para que a multidão se agite! Pois é, car@s "movie-queer-fellows", de um momento para o outra, tal qual um tsunami, uma multidão entra pela sala de cinema (já após o início dos trailers) e parecia que ali tinha "parido a galega" (com o devido respeito pela galega)! Lá acalmaram nos primeiros minutos do filme até que, por ter como pano de fundo a ONU, se ouve em português: "Com licença, minha senhora!". Foi um delírio (UAU!!!), uma nova onda agitou a maré! A piada, que tem pouca piada, é de que o português fazia o papel de varredor lá do sítio (com todo o respeito pelos varredores) e que volta a aparecer em cena, interrogado pelos Serviços Secretos, FBI e CIA, momento em que diz a frase descrita em epígrafe!
OK, ok, eu falo do filme...

Silvia Broome (Nicole Kidman) trabalha como intérprete na ONU e, por ter nascido em África, numa república de que ninguém ouviu falar porque simplesmente não existe (seria politicamente incorrecto falar-se do Botswana ou da Suazilândia), fala "KU" fluentemente! Não, não é mal educada, é simplesmente a forma de como se designa o dialecto atrás referido. Quer dizer... "atrás referido" também não é uma forma politicamente de explicar o que é "KU", mas "isso agora também não interessa nada"!
O facto é de que (pareço o Pinto da Costa) a Silvia ouve, por "mero acaso", uma conversa (em KU, é claro!) cujo tema versa o plano de assassinato do Presidente Zuwanie, um dos que também fala KU, no dia em que ele estiver a discursar na ONU. Zuwanie é um presidente corrupto, ditador e genocida e todos o odeiam (vá-se lá saber porquê!) e Silvia não tem muita simpatia por ele. É isso que Tobin Keller (Sean Penn), do Serviço de Protecção aos Altos Dignatários que visitam os USA, vai descobrindo com a ajuda de um complexo sistema "Orwelliano" (Made in USA, of course)
O resto não conto.
Apenas vos digo que achei o filme com:
um argumento quase interessante;
boas interpretações;
uma dispensável suavização à "americana", no que diz respeito ao que o ser humano ter de fracturante e contraditório (na minha perspectiva: bons ingredientes para qualquer filme);
com direito a

(pelas interpretações e ritmo)
Ah!, é verdade: Nem sombra de Ângela, nem de Anónimo, nem dos QKC holders, que resolveram baldar-se, depois de tanto terem insistido em ver a INTÉRPRETE!!!
Nós teríamos preferido ver a Esposa "Truca"! ;)
OK, ok, eu falo do filme...

Silvia Broome (Nicole Kidman) trabalha como intérprete na ONU e, por ter nascido em África, numa república de que ninguém ouviu falar porque simplesmente não existe (seria politicamente incorrecto falar-se do Botswana ou da Suazilândia), fala "KU" fluentemente! Não, não é mal educada, é simplesmente a forma de como se designa o dialecto atrás referido. Quer dizer... "atrás referido" também não é uma forma politicamente de explicar o que é "KU", mas "isso agora também não interessa nada"!
O facto é de que (pareço o Pinto da Costa) a Silvia ouve, por "mero acaso", uma conversa (em KU, é claro!) cujo tema versa o plano de assassinato do Presidente Zuwanie, um dos que também fala KU, no dia em que ele estiver a discursar na ONU. Zuwanie é um presidente corrupto, ditador e genocida e todos o odeiam (vá-se lá saber porquê!) e Silvia não tem muita simpatia por ele. É isso que Tobin Keller (Sean Penn), do Serviço de Protecção aos Altos Dignatários que visitam os USA, vai descobrindo com a ajuda de um complexo sistema "Orwelliano" (Made in USA, of course)
O resto não conto.
Apenas vos digo que achei o filme com:
um argumento quase interessante;
boas interpretações;
uma dispensável suavização à "americana", no que diz respeito ao que o ser humano ter de fracturante e contraditório (na minha perspectiva: bons ingredientes para qualquer filme);
com direito a



Ah!, é verdade: Nem sombra de Ângela, nem de Anónimo, nem dos QKC holders, que resolveram baldar-se, depois de tanto terem insistido em ver a INTÉRPRETE!!!
Nós teríamos preferido ver a Esposa "Truca"! ;)
8 Comments:
Gostei da explicação! Acho é que vocês deviam ter ido ver a Esposa "Truca"! Deve ser bem melhor! beijos
Depois da última dose de Kidman... não sei, não! Aliás até sei, só irei a ela porque vou de QKC...
preciouzzzz, a esposa "TRUCA"...
hummmmmm
Será Truca de "truca-truca"
heheheheh
Beijos!!!!
O trucadilho é do Urso!!! eheheehehehe
Fala com ele! Mas acho que sim!
beijos
desculpen não ter avisado, tive uma reunião das panteras rosa (não sei se já ouviram falar) na ILGA que se prolongou demasiado tinha contado ir....mil desculpas...
Tongzhi, o trocadilho enquadra-se bem no filme que lá vai tendo as cenas de truca-truca. Mas foi o melhor filme que vi em anos de cinema.
A Esposa Turca é fenomenal!
Também quero ir ver ;)
Beijos de parabéns e excelentes comemorações!
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